top of page

Biodiversidade e Etnoconhecimento

Segundo Brasil (2000, p.11), que trata sobre a a Convenção sobre a Diversidade Biológica, a biodiversidade é definida como a variabilidade entre os seres vivos de todas as origens, inter alia, a terrestre, a marinha e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos dos quais fazem parte: isso inclui a diversidade no interior das espécies, entre as espécies e entre espécies e ecossistemas. 

Tendo por base a conceituação da biodiversidade, o papel das comunidades e povos tradicionais na sua conservação se dá na sua relação com a natureza, tendo como importante elemento a sua relação com seu território, que, segundo autores como Godelie (1984) e Souza (2009), além de ser uma porção da natureza e espaço que fornece ao homem os meios de subsistência, trabalho, produção e aspectos materiais das relações sociais, não tem apenas caráter político, mas também cultural e econômico, sendo definido e delimitado por e a partir de relações de poder.

Nesta relação de poder colocada no próprio papel da comunidade/povo com seu território, se encontra o Etnoconhecimento, que são os saberes, tradições (cultura) passados de geração a geração nas comunidades tradicionais, aprendidos com a vida cotidiana e a interação direta com o meio que os cerca e seus fenômenos naturais (NASCIMENTO, 2013).

O Núcleo de Estudos Agroecológicos do IFS, através de seu grupo de Agrobiodiversidade, coordenado pela Profª Drª Eliane Dalmora, promove a pesquisa e extensão junto a guardiões de sementes crioulas e com testes de transgenia de sementes de milho de  comunidades  tradicionais dos territórios sergipanos.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Biodiversidade. Brasília (DF): Ministério do Meio Ambiente - Série Biodiversidade no. 1, p. 11, 2000. Disponível em: <https://www.mma.gov.br/estruturas/sbf_dpg/_arquivos/cdbport.pdf>. Acesso em:  11 ago. 2019.

GODELIER, M. - 1984. L'idéel et le matériel. Paris, Fayard.

NASCIMENTO, G. C. C. Mestre dos mares: o saber do território, o território do saber na pesca artesanal. In: CANANÉA, F. A. Sentidos de leitura: sociedade e educação. João Pessoa: Imprell, 2013, p. 57-68. Disponível em: <https://pt.slideshare.net/eduardocordula/mestre-dos-mares>. Acesso em: 11 ago. 2019.

SOUZA, M. L. “Território” da divergência (e da confusão): em torno das imprecisas fronteiras de um conceito fundamental. In: SAQUET, M. A.; SPOSITO, E. S. (Orgs.). Territórios e territorialidade: teorias, processos e conflitos. São Paulo: Expressão Popular, 2009. p. 57-72. Disponível em: <http://www2.fct.unesp.br/docentes/geo/bernardo/BIBLIOGRAFIA%20DISCIPLINAS%20GRADUACAO/PENSAMENTO%20GEOGR%C1FICO%202017/2-LIVRO%20SAQUET%20E%20SPOSITO.pdf>. Acesso em: 11 ago. 2019.

 

VIII Seminário de Agrobiodiversidade
Festa das sementes em são José (UPC)
Teste de transgenia no laboratório d
Área da agroecologia no campus
No Festival de Cultura Camponesa
Girando o sol
Plantio de milho e árvores
No I SEM do CBA
I Sem de Sementes Crioulas
No Festival de Cultura camponesa
I Sem de Sementes Crioulas
I Sem de Sementes Crioulas
No Festival de Cultura Camponesa
I Sem de Sementes Crioulas
Abelha.gif
abelha1.gif

Juntos pela agroecologia

07.jpg
SOCLA.png
aba-agroecologia-novo-300x212.jpg
Logo Resea.jpg
M.png
Insta PROPEX.png
Logo UFS.png
Rádio_web_Agroecologia.png
cropped-rega.jpg
log0-ana-1300-362x133.png
RENDA Logo.jpg
GEA LOGO.jpg
Bastidor_EAgroecologando_LOGOTIPO TRANSP

Assine nossa newsletter e fique por dentro!

Siga-nos!

Logo do Face.png
download.png
Logo do Insta.png

Contato

Criação e Edição de Site

Marcio Santos

ciranda.png
big-25264916a86.gif
Coqueirinho da Bahia - Ass. de Catadoras de Mangaba
00:00 / 00:00

Coqueirinho da Bahia

Associação de Catadoras de Mangaba / SE

Orgulhosamente criado com Wix.com

bottom of page